Estamos entrando em uma era em que execução se torna abundante e significado cada vez mais raro.
À medida que a inteligência artificial transforma a produção de imagens, identidades e sistemas visuais, o valor criativo começa a migrar da execução pura para discernimento, interpretação cultural e pensamento simbólico.
Há mais de 30 anos, Marcos Minini atua na interseção entre branding, design de cartazes, cultura visual e direção criativa, desenvolvendo projetos que unem sistemas estéticos, pensamento estratégico e percepção cultural.
Ao longo de sua trajetória, trabalhou em agências e estúdios como Lumen Design, Master Comunicação, Brainbox Branding 360 e Aurora Branding, liderando projetos de branding e design para empresas e instituições como Banco do Brasil, O Boticário, Positivo Tecnologia, Ministério da Saúde, Prefeitura de Curitiba e Governo do Estado do Paraná.
Desde 2018, dirige seu próprio estúdio independente, com foco em branding, direção cultural e sistemas visuais contemporâneos.
Marcos também é um dos fundadores do Clube de Criação do Paraná e da Prodesign PR, entidades voltadas ao fortalecimento da cultura criativa e do design no Brasil. Paralelamente à atuação profissional, ministra aulas de Poster Design além de palestras e workshops sobre criatividade, cultura visual e pensamento contemporâneo em design.
Seu trabalho integra bienais, exposições e seleções internacionais de cartaz e design em países como Irã, China, Bolívia, Finlândia, Equador, Estados Unidos, México, Armênia, Polônia, Rússia e Bulgária, incluindo eventos como a International Triennial of Stage Poster Sofia, Warsaw Biennale, BID10 – Bienal Ibero-Americana de Design e ADG Brasil.
Hoje, sua atuação concentra-se especialmente em:

Consultoria Criativa e Cultural
Direção Criativa Humano + IA
Cultura Visual
Poster Thinking
Sistemas Simbólicos de Branding
Identidade Contemporânea e Diferenciação Cultural

Mais do que criar identidades visuais, seu trabalho investiga como o design ainda pode preservar singularidade, presença emocional e significado cultural em um mundo visual cada vez mais sintético e homogêneo.
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